10/09/2020 às 13h15min - Atualizada em 10/09/2020 às 13h15min

Chapecoense faz 2 a 0 no Brusque e abre vantagem na final do Catarinense

Time do Oeste pode até perder por um gol no jogo de volta, domingo, às 16h, no Augusto Bauer

Por Márcio Serafini
NSC Total Esportes
Márcio Cunha, Chapecoense, divulgação

A Chapecoense deu um grande passo para conquistar o sétimo título estadual de sua história ao vencer o Brusque por 2 a 0, nesta quarta-feira (9), na Arena Condá, no jogo de ida da final do Campeonato Catarinense. Os zagueiros Luiz Otávio e Joílson marcaram os gols da vitória.

Agora, a Chape pode até perder por um gol de diferença na partida de volta, domingo, às 16h, no Estádio Augusto Bauer. O Brusque precisa ganhar por três gols de saldo para, 18 anos depois, conquistar o Catarinense pela segunda vez. Se vencer por dois gols de diferença, leva a decisão para os pênaltis.
 

A força da Chape nas jogadas altas com origem em bola parada definiu o jogo. No primeiro gol, aos 21 minutos, Luiz Otávio dominou na entrada da pequena área e chutou para o gol. No segundo, aos 28 da etapa final, Joílson cabeceou para as redes.

O gol da Chapecoense foi o divisor de águas no primeiro tempo. Aos 21 minutos, em cobrança de falta da intermediária, o zagueiro Luiz Otávio dominou dentro da área e mandou uma bomba para abrir o placar. O gol fez justiça aos donos da casa, que haviam criado duas grandes oportunidades: uma cabeçada de Anselmo Ramon aos 4 e um chute rasteiro cruzado de Denner aos 15, ambas defendidas pelo aniversariante Zé Carlos, 35 anos completados nesta quarta-feira.
 

Depois do gol, a Chape recuou. Deixou de marcar a saída de bola e cedeu campo ao Brusque, à procura de um contra-ataque. Apesar de ter mais volume na segunda metade do primeiro tempo, o time visitante só exigiu uma defesa de João Ricardo. Aos 29, em falta a um passo da grande área, pelo lado direito, Thiago Alagoano soltou a bomba e João Ricardo defendeu. A etapa inicial terminou com placar justo.

O segundo tempo seguiu com uma pressão calculada do Brusque, dividido entre buscar o empate e evitar piorar o saldo de gols. A lesão de Edu, goleador do campeonato, que só volta em 2021, reduziu a força ofensiva da equipe.

Tranquila e cirúrgica, a Chape tratou de administrar a vantagem e, se possível, ampliá-la. Quando a chance surgiu, não desperdiçou. Paulinho Moccelin cobrou falta da esquerda e Joílson cabeceou com força: 2 a 0.

A vantagem da Chape é boa. Ao Brusque, detentor da melhor campanha, resta uma missão difícil, mas não impossível, para o jogo de volta.

Chapecoense 2

João Ricardo; Matheus Ribeiro, Joílson, Luiz Otávio e Alan Ruschel; Willian Oliveira, Anderson Leite (Ronei) e Denner (Vini Locatelli); Paulinho Moccelin, Anselmo Ramon e Aylon (Ezequiel). Técnico: Umberto Louzer

Brusque 0

Zé Carlos; João Carlos (Edílson), Ianson, Éverton Alemão e Ronaell; Rodolfo Potiguar (Émerson Martins), Zé Mateus e Thiago Alagoano; Alex Sandro (Dandan), Fabinho (Johnny) e Marco Antônio. Técnico: Jerson Testoni

Árbitro: Diego da Costa Cidra, auxiliado por Henrique Neu Ribeiro e Giseli Cazaril.

Gols: Luiz Otávio, aos 21min, no primeiro tempo; Joílson, aos 28min, no segundo.

Cartões amarelos: Luiz Otávio, Vini Locatelli (C), Marco Antônio (B)

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